15.3.19

Resenha: Para todos os garotos que já amei


Para todos os garotos que já amei, livro escrito pela Jenny Han, já era febre no mundo literário entre os amantes de YA. Depois que o filme saiu, ele ficou ainda mais falado nesse universo. Fazia tempo que eu namorava essa capa linda, com cara de foto do Pinterest. Mas só fui me render a esse amor em forma de livro após assistir o filme e me apaixonar por ele.

FICHA CATALOGRÁFICA

Título: Para Todos os Garotos que Já Amei
Autor(a):  Jenny Han
Título original: To All The Boys I've Loved Before
Tradutor(a): Regiane Winarski
Editora: Intrínseca
Ano: 2014
Número de páginas: 320
Edição:

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Lara Jean é uma menina que vive com o pai e as duas irmãs. Ela é a irmã do meio, e se espelha muito em Margot, a irmã mais velha que acaba assumindo o papel de mãe. Lara Jean é bastante calma, caseira e sonhadora. Gosta de ler romances e escreve cartas para os garotos por quem se apaixonou, porém nunca as envia.

O livro começa com Margot indo morar no exterior por conta da faculdade. Lara Jean assume para si as responsabilidades da irmã e sofre com isso, por não saber ser tão perfeita assim. Na verdade, nossa protagonista é apenas insegura e criou uma imagem meio irreal de sua irmã, que nem é tudo isso.

Margot termina o namoro com Josh para ir para a faculdade. Acontece que Lara Jean era apaixonada pelo namorado da irmã e melhor amigo. Além de Josh, Peter Kavinsky, o bonitão da escola e diversos outros garotos foram crushes da nossa protagonista. E todos eles têm uma carta secreta escrita por Lara Jean.

Acontece que um belo dia as cartas são enviadas para seus "crushes". E aí Lara Jean está numa tremenda enrascada. 

Lara vai começar a fingir namoro com Kavinski para que Josh acredite que ele já está riscado da sua lista. Isso nos mostra o quanto Lara Jean é imatura (e o quanto ela amadurece no decorrer da história). Ela sente uma certa necessidade de exaltar Margot o tempo todo, e deixa-se usar facilmente. Um exemplo é a melhor amiga que só a procura quando quer sair escondida dos pais. 

Eu gostei muito do fato de o livro ter trazido essa questão da personalidade insegura de Lara Jean. E ela acaba precisando de uns chacoalhões para entender que ela era uma garota bonita, inteligente e que até podia ser independente. E mais importante de tudo: não precisava ser perfeita, só ser ela mesma. Com aquele carisma todo e espontaneidade quem é que precisa de perfeição?

Foi uma leitura de YA, que fazia muito tempo que não lia, para aquecer o coração. Esse livro merece uma tarde toda só pra ele do lado de uma caneca de chocolate quente *-*

Nota:

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